Mostrando postagens com marcador GEMA E REFLITA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador GEMA E REFLITA. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Um pouco de Funções Ecológicas.

Este canal de comunicação que utilizamos desde a fundação do Grupo tem como objetivo divulgar as atividades e as ideias de cultivamos. É alimentado pelas produções dos membros tanto do ensino médio quanto dos que estão na universidade. Mas, quando encontramos trabalhos com características didáticas e reflexivas, os reproduzimos.

Dividimos com os senhores e senhoras o trabalho abaixo. É gostoso de ler.
    
A IMPORTÂNCIA DOS SOLOS PARA AS PLANTAS


De acordo com LEPSCH (2002), a pedosfera (a camada mais externa da Terra) funciona como “fundações” ou “alicerces” da vida em ecossistemas terrestres. Plantas clorofiladas necessitam de energia solar, gás carbônico, água e macro e micro nutrientes. Vale dizer que com raras exceções tanto a água como os nutrientes só podem ser fornecidos através do solo, que dessa maneira, funciona como mediador, principalmente de fluxos de água entre a hidrosfera, litosfera, biosfera e atmosfera. Nessa linha de análise, pode-se dizer que o solo também, juntamente com o substrato rochoso, influencia diretamente a água que utilizamos.

Visão antrópica dos solos   solos, que leva à degradação

Como aponta o autor, do solo também pode ser retirado material de construção de estradas, barragens de terra em açudes e casas. Influencia também a qualidade do ar, principalmente quando são levadas poeiras dele à atmosfera, e muitas vezes o solo serve para receber e “processar dejetos, como o lixo das grandes cidades. Em outras palavras, o homem retira constantemente os recursos naturais e o utiliza para demasiadas funções antrópicas, poluindo-o de diversas maneiras. Vale lembrar que além da intensa utilização do solo pelo homem, ele ainda é um meio para decompor o lixo antrópico sem quase nunca haver em retorno, práticas de manejo para recuperação ou conservação do solo, deixando-o, portanto, cada vez mais degradado.

Dando continuação à linha de análise de LEPSCH (2002), em relação às plantas, suas raízes penetram no solo, proporcionando suporte mecânico, e dele extraem água e nutrientes, que, juntamente com oxigênio, gás carbônico, luz e calor, são necessários ao crescimento dos vegetais superiores. Normalmente, entre todos estes fatores ecológicos necessários ao desenvolvimento das plantas, preocupa-se mais em estudar os nutrientes, pois atua como principal meio para sustentar as plantas, que representa a diferença entre sobrevivência ou extinção da maior parte da vida terrestre.

As plantas retiram do solo 15 elementos essenciais à vida. Destes, seis são absorvidos em quantidades relativamente grandes, designados macronutrientes, compreendendo: Nitrogênio (N), Fósforo (P), Potássio (K), Cálcio (Ca), Magnésio (Mg) e Enxofre (S). Os outros nove, igualmente essenciais, mas usados em quantidades muito pequenas são denominados micronutrientes, que são: Ferro (Fe), Manganês (Ma), Zinco (Zn), Boro (B), Cobre (Co), Cloro (Cl), Níquel (Ni), Cobalto (Co) e Molibdênio (Mo).

Para um adequado crescimento dos vegetais, todos estes elementos têm que estar presentes no solo em quantidades, formas e ambientes adequados. Quando isto ocorre diz-se que o solo é fértil, ou quimicamente rico. Se qualquer um dos quinze elementos estiver ausente, ou presente em proporções inadequadas, ele limitará o crescimento das plantas mesmo que os restantes estejam em quantidades adequadas e haja fornecimento apropriado de gás carbônico, oxigênio, água, luz e calor. A idéia que o crescimento das plantas é controlado pelo nutriente existente em menor quantidade, vem desde os tempos de Justus Von Liebig (1840) e é conhecida como a “lei do mínimo” (LEPSCH, 2002).
A importância dessa lei para as pesquisas relacionadas com o uso de fertilizantes minerais na agricultura é bastante grande, e a habilidade de um solo em suprir de nutrientes ou reagir à adição de determinado fertilizante às plantas tem merecido maiores estudos, que qualquer outro aspecto da ciência do solo (LEPSCH, 2002).

Como observa o autor, a maior parte dos nutrientes existentes no solo origina-se nos minerais que constituem as rochas da camada da crosta terrestre conhecida como litosfera. As rochas não são capazes de suportar plantas superiores porque, por serem consolidadas, não armazenam água e oferecem impedimento físico à penetração das raízes. Além disso, os elementos nutritivos nelas contidos não podem ser absorvidos pelas plantas porque encontram-se firmemente retidos na estrutura cristalina de seus minerais. Para que as raízes possam penetrar e os nutrientes possam ser desprendidos dos minerais e depois absorvidos pelas raízes, a natureza desencadeia um processo denominado intemperismo (LEPSCH, 2002).

“Lei do Mínimo” de Liebig

“Lei do Mínimo” de Liebig: O máximo de produção depende do fator de crescimento que se encontra à disposição da planta em menor quantidade. Como se observa no barril acima, a aduela mais baixa impede a elevação da altura da água, da mesma forma que uma deficiência de potássio no solo impede o aumento de uma colheita na lavoura (LEPSCH, 2002).
Mariana Lorenzo
Referência Bibliográfica:
– LEPSCH, Igo F. Formação e Conservação Dos Solos. Ofina de Textos. São Paulo. 2002.

In:  https://marianaplorenzo.com/2010/10/25/pedologia-funcoes-ecologicas/

domingo, 20 de março de 2016

Brasil 2016 - Aos professores e professoras.

13 de março protestos e mais “protestos”; um lado em prol do governo e outro querendo a sua queda; sede da União Nacional dos Estudantes (UNE) sendo atacada; um sindicato sendo invadido, sim invadido, por policiais, a mídia tomando posição, principalmente uma emissora em particular cujo a denominação não vale apena ser mencionada. Lembra-te de algum fato na História recente já ocorrido em nosso país? Lembra de 1964 onde a sede da UNE foi também atacada e onde sindicatos foram invadidos, a mesma mídia tomando a mesma posição, enfim.

O mundo gira tudo acontece e a história quer se repedir. Me pergunto: será que nas escolas e nas universidades esses assuntos estão sendo discutidos? Vejo Meninos e meninas de 14 15 anos defendendo a ditadura militar, praticando a homofobia, machismo, racismo e outras mazelas da sociedade, esses mesmos crias do século XXI, onde o misto de informações está ai com um simples “click” abre-se as portas do “conhecimento”.

E a figura do professor? Cadê? Onde estão? Quem são? Estão formando professores na academia? E os que estão em serviço, cadê? Será que estamos preparados para esse novo perfil de aluno, que questionam cada palavra que dizemos. “professor o deputado A ou B disse algo ao contrário de você” ou “ professor eu vi no Google...”

Enfim, “ o mundo é uma coisa, e nós estamos dentro dessa coisa” não da pra dar aula sem falar da realidade, não podemos calar os estudantes, temos que ouvir e ensiná-los de um modo holístico, vamos ficar atentos as mudanças desse perfil dos alunos (crias do Século XXI)  da educação básica.
E a  academia, berço do conhecimento, graduandos (as) mestres e doutores estão acompanhado a mudança ou ainda estão na mesma de publicar e (re) publicar, pra encher seu lattes? Futuro professor, na sala de aula seu lattes e nada são a mesma coisa.

Diego Costa
Membro do GEMA

Graduando em Geografia - UECE

segunda-feira, 7 de março de 2016

O ser mulher!

O que é ser mulher é ser frágil, depender de outro ser por não ter capacidade teoricamente para nada! Pode soar forte, mas, ainda há tantos que pensam que mulher não serve para nada além de dar
cria e cuidar da casa, nada contra as mulheres que fazem somente isso se as deixarem realizadas não vejo problema. 

Mas para aqueles que pensam pejorativamente que mulher é algo sem importância que não consegue nada mais do que já aqui foi citado, sinto lhe decepcionar, pois, nós, e eu digo “nós” por que é uma mulher que vos fala neste momento, pode muito e sempre pode fazer o que ela quisesse seja o que for, somos fortes nada frágil e quando nos desmanchamos em prantos é porque o golpe acumulado bateu a ultima vez mais forte.

 O ser mulher é ser mulher é conseguir sair de um relacionamento abusivo com a cabeça erguida, o ser mulher é ter a coragem de se expor logo após de um assedio seja ele qual for, o ser mulher é conseguir ir em frente e com louvor tendo que cuidar e sustentar sozinha suas crias, o ser mulher é compreender que é bom ter companhia, mas que não dependemos exclusivamente de alguém para alcançar nossos objetivos, que somos fortes, trabalhadoras, independentes, mulher! Mãe! Filha! Tias! Avós! E unidas! Pela força que nos segue desde a primeira respiração, por isso minhas irmãs, lhe falo com certa intimidade, pois é assim que vejo todas as mulheres, se ainda não sabe destas qualidades que não são todas nem mesmo um terço delas, tente se lembrar nesta data de 8  de março, como você é alguém importante e passe a lembrar todos os dias pelo resto de sua vida e verá que nossa força reside em você, e que nós mulheres  somos mais que sexo frágil.

Gislane Santos
Membro do G.E.M.A
Graduanda em Geografia UFC

terça-feira, 14 de abril de 2015

Ser GEMA é . . . ?


Algumas pessoas vem me perguntando nesses 6 anos que tenho de grupo, o que É SER GEMA? Bem eu nao soube responder, porque é complicado responde uma coisa que você só sente, então eu fiz um video, com alguns momentos de grupo, e fiz a pergunta aos outros Membros.

Então, Ser GEMA é?

 


Ser GEMA é Ter uma família escolhida pelo coração, e ser feliz de lembranças – Tiago

Ser GEMA é ver além da lente do óbvio. – Chantal

Ser GEMA é ser você mesmo. – Lucas De Paula

Ser GEMA é acreditar na importância de compartilhar experiências e conhecimento – Lucas Gonçalves

Ser GEMA é apesar de longe ainda juntos! -  Gislane

Ser GEMA é Família, Mesmo distantes, ainda sim tão pertos -  Jackson

Ser  GEMA é capturar e interpretar a essência de cada ser vivente ou não e fazer ver além do que está diante dos seu olhos – Isabelle

Ser G.E.M.A é ser vivo, é pensar e agir, não simplesmente existir. Ser G.E.M.A é uma tentativa de ser consciente, de ser um ser pensante, de ser humano. – Andre 

Ser GEMA é Ter uma conexão com a natureza – Wladya

Ser gema é ir além das expectativas, além dos nãos, é ser louco de enfrentar de cara limpa as adversidade -  Joao Paulo

Ser Gema é fazer parte de uma família que cuida não só do seu individual, mas de um todo. que busca apesar do obstáculos cuidar e preservar do que temos de mais rico; meio ambiente, família e amigos, E a apartir dessas vivências agregar  conhecimento e valores eternos – Raissa

Ser GEMA é  tentar fugir da normalidade, fazer algo mais e conhecer pessoas com a mesma vontade. – Wesley

Ser GEMA é  ser diferente, fluindo o respeito à todos. É a busca pela forma de se viver em que todos são irmãos. Independentemente das diferenças – Anderson

Ser GEMA é Ser uma família!!! Que mesmo com nossas diferenças e desavenças nunca nos separamos totalmente, podemos ate estarmos distantes fisicamente, mas nossas idéias e sonhos serão eternamente unidos - Darlly 

Ser GEMA é Acreditar em um futuro melhor  - Bianca

Ser GEMA é ter um olhar diferente sobre a vida, aprender  a entender as diferenças através da percepção ambiental e usar essa compreensão para construir e reconstruir relações. É ter ao seu lado pessoas que sonham alto, reconhecem o valor do simples e gostam da troca de olhares, Abraços e sorrisos. É união de conhecimento, afeto e familiarismo .. – Ana Mayla

Ser GEMA é com certeza transbordar amor – Luana

Ser GEMA é Ser um "eu" crítico. É ser completo, se divertir, amar a si mesmo e, principalmente, seu próximo.
É ser especial, consciente. Ser GEMa é ser família - Kessia

Ser gema como todos nós dizemos é ser família. Principalmente irmão. Mas por quê irmãos ? Porque como nenhuma família é perfeita nós também não somos.  Temos nossas "brigas" nossos defeitos nossas irresponsabilidades, mas mesmo assim nunca nos abandonamos. Alguns ficam só de longe (q nem eu) outros continuam bem ativos mas uma coisa é certa : uma vez gema sempre gema .....chegamos como um simples broto e aos pouco fomos regados com uma mente louca e inteligente (HGL) nos ensinou a termos a visão do futuro . a batalhar p conquistar.... um belo puxão de pétala (orelha) no caminho n faltou ....mas tenho a certeza que de cada flor q desabrochou se formou uma grande de vasto conhecimento e que passara isso de geração a geração !!! – Mariana

Ser Gema é ser vivo. É perceber um mundo que vai muito além das aparências. É aprender a amar pessoas incrivelmente diferentes de você, mas que no fundo tem o mesmo ideal: um mundo melhor. É ter uma família a mais e saber que sempre que precisar, eles estarão lá. Ser Gema é estar ligado em um mundo que muda cada vez mais rápido e que exige de você mais que humanidade. Ser é ser humano acima de tudo. – Evelyne

Ser Gema é: Ser! – Marylia 

Ser gema é ser olhar o mundo de forma sensível – Adson

Ser GEMA, é ser vida ‘’loka!’’  - Gizele 

Ser GEMA é estar aberto ao desconhecido É descobrir coisas novas É fazer amigos (irmãos) É aprender várias coisas e ao mesmo  tempo perceber q ainda n descobriu ''nada'' do q o mundo tem a oferecer – Shelda

Ser GEMA é É ser uma divergência que constrói, que converge para o bem comum. - Mistye

Sou muitos. Sou convergência. Interdependência. Sou terra, bicho, sou água, sou ar. Sou uma entidade tentando tirar a "remela" dos olhos. Lugar de sonhos. Espaço de Ideias. Paisagem de desejos. Território de Ação. - GEMA - Grupo de Estudos do Meio Ambiente

Bem lá vai: Ser Gema é, Viver, pensar, Ouvir, é ter coragem de fazer aquilo que não é normal como pular de caixa d'agua, é ser Professor e Aluno ao mesmo tempo, é brigar, é sonha, bem a pessoa só sabe que é Ser GEMA quando está no GEMA. - Diego

Obrigado Meus Amigos
Obrigado Henrique Gomes de Lima, por ter reunido todos, valeu Pai.

Diego Costa Lima 
Estudante de Geografia da Universidade Estadual do Ceara - UECE

domingo, 1 de março de 2015

Imagem da Semana.

Excepcionalmente, serão duas imagens nesta semana. As capas dos livros didáticos de Geografia para o ensino médio adotados na Escola Adauto Bezerra em Fortaleza. Defendemos que o estudo de um livro deva ser iniciado pela próprio capa, apesar de afirmarem que não se pode julgar o livro a partir dela. No entanto um pouco de Semiótica prova o contrário. 

Observem os planos que compõem as imagens. Extremamente simbólicos e atualíssimos para a situação que pela qual passa a humanidade.  

 Imagem 01. Fonte: Google.com/imagens
- Por que um copo d'água?
- O que significa o solo rachado?
- Qual a sombra do terceiro plano? 
 
 Imagem 02. Fonte: Google.com/imagens

- Quantos planos tem a imagem?
- Por que a garrafa?
- Por que a cidade dentro da garrafa?


Bastante reais não acha?
O Brasil vivendo numa crise hídrica.
 O Mundo precisando de um Copo D'água.
Cidades sendo Engarrafadas em seus nichos.

E a crise hídrica continua. . .

Por: Diego Costa.





terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Funções políticas e teorias sobre o Estado.


Um dos últimos projetos do GEMA foi o " Diálogos.com". Com esta ação mostramos para o público que Política é uma temática ambiental.
Como os senhores e senhoras que acompanham este espaço já devem ter percebido, nossas postagens versam sobre os mais diversos assuntos. Divulgamos agora uma produção de Matheus Marques um ex-aluno da Escola Adauto Bezerra, em Fortaleza. Embora não seja oficialmente membro do grupo, nos tem respeito e interage com nossas iniciativas. Ele nos brinda com a produção abaixo. Pediu que analisássemos antes de publicá-lo. Mas, deixe por conta de vocês. Acho que nem temos conhecimento para tanto. Boa leitura. 
Deleite-se.
 * Matheus Marques
Abordando os pensamentos de autores que se dispuseram a tratar sobre o conceito de Estado, o texto ora trás algumas das teorias de concepção do Estado e que essas envolvem um contexto moldado por sua própria complexidade e evolução crescente que vem caracterizando as sociedades, desde suas primórdios.
Dessa maneira, segundo a perspectiva da corrente idealista de Hegel, o Estado é o produto da consciência humana, fundamentado em pressupostos racionais. Nesse sentido, forma-se um Estado “racional”, “ideal” e ‘’eterno’’, não moldado historicamente, portanto, a-histórico, no qual predomina uma relação justa e ética entre seus indivíduos. Desse modo, a sociedade era vista de forma harmônica, onde a paz predominava, sem divisão de classes e, com isso, sem conflitos expressivos. A função do Estado limitava-se apenas em ser o curador da sociedade como um todo.
Já com a concepção materialista histórica – seguindo Marx e Engels – introduz a variante histórica na determinação e amoldamento do Estado, onde passa a ser “propriedade” do modo de produção dominante. Nesse sentido, a superestrutura ideológica-política e jurídica que conforma o Estado seria submisso à estrutura econômico-produtiva, que utilizaria como instrumento de dominação social, ou seja, de dominação de classes na sociedade capitalista.
Um outro autor, Nicos Poulantzas, por sua vez, contraria as visões estruturalistas anteriores desse texto (a-histórica e determinística), de que o Estado corresponde a um modo de produção, sendo sua forma e função determinadas pela estrutura das relações de classe. Ele afirma que o Estado é a instância de condensação das lutas de classe, pois é moldado pelas lutas na produção e no contexto próprio do Estado. Ademais, o Estado capitalista mudou com o próprio desenvolvimento capitalista. Para Poulantzas, não há ‘’estrutura determinante’’ para o Estado, já que sua forma e estrutura são moldados pela luta de classes no capitalismo e pelo papel do Estado nessa luta. Nesse sentido, as classes subordinadas também moldam o Estado, ao mesmo tempo em que este é um Estado de classe, sendo usado por uma parte dominante para estabelecer e ampliar sua hegemonia.
Buscando a ideologia para os países subdesenvolvidos, segundo Pierre Salama, o Estado constitui no interesse onde se firma a necessidade de reproduzir o capital em escala internacional, bem como elemento necessário a essa reprodução. Assim, ele afirma que o Estado contribui para a introdução de um regime de acumulação “excludente”, onde somente os mais favorecidos economicamente têm acesso aos bens e serviços ofertados, adaptando a demanda final através de sua ação sobre a distribuição de rendas. Dessa forma, contribui, portanto, para a valorização do capital nos ramos líderes.
Assim, esse rápido texto trás uma melhor compreensão histórico-social sobre Estado e algumas das mais relevantes correntes teóricas sobre a natureza e as funções desempenhadas pelo mesmo na sociedade capitalista, no qual demonstra complexidade no estudo de políticas e funções sociais e que estas envolve um contexto em que ele está inserido.
Professor, segue aqui as referências da fonte em que bebi.

* Acadêmico de Geografia.
Universidade Federal do Ceará.
REFERÊNCIAS
SWEEZY, Paul Malor. Teoria do desenvolvimento capitalista: princípios de economia política marxista. Rio de Janeiro: Zahar Editôres, 1962.
HARNECKER, Marta. Os conceitos elementares do materialismo histórico. 2° ed. São Paulo: global editora, 1983.
POULANTZAS, Nicos Ar. Poder político e classes sociais. 2.ed. São Paulo: Martins Fontes, 1986.
RIBEIRO, Fernando J. Armando. A Constituição do Estado no pensamento de Hegel. Disponível em: http://www.egov.ufsc.br/portal/sites/default/files/a_constituicao_do_estado_no_pensamento_de_hegel.pdf.
SALAMA, Pierre. MATHIAS, Gilberto. O Estado super desenvolvido: das Metrópoles ao Terceiro Mundo. São Paulo: Brasiliense, 1983.


segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Imagem da Semana.

Fonte: www.facebook.com/AmartyaPromoviendoSustentabilidad/photos


Fazer perguntas, provocar dúvidas e sentimentos. 
São algumas das coisas que o Grupo busca desenvolver.

Eis uma obra de arte para o seu deleite.
se lambuze.

terça-feira, 15 de julho de 2014

A Copa do Mundo Fifa Brasil 2014 Acabou



Em 2007 foi anunciado o Brasil como pais sede do Mundial de futebol, TODO  MUNDO  vibrou, celebrou, festejou, fizemos todos os “ous” possíveis.
O Governo falou em mega investimentos, nos modais de transporte, portos, aeroportos, no transporte publico, falou-se também em mobilidade urbana, viadutos, túneis, um investimento jamais visto na historia deste pais.

Em 2009 foram anunciados as “rumas” de cidades cede, 12 no total, que são elas: Manaus ( porque queríamos uma sede na Amazônia), Fortaleza, Recife, Natal e Salvador ( sol, praia e ... bem deixa pra lá ) Cuiabá ( porque queríamos uma sede no Pantanal ) Brasília ( capital do Brasil, centro do poder Administrativo e coisinhas a mais), São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte ( Centro do poder Financeiro do pais, Rio de Janeiro e Café com Leite ) Curitiba e Porto Alegre ( Europa e Chimarrão  ).
Mas especificando na nossa querida cidade de Fortaleza Capital do Ceara, todo mundo vibrou com a escolha, (até eu vibrei) oxe, não é todo ano que vem um evento deste porte, grandes seleções grandes jogos.

Mas ao decorrer de 2009 até 2014 quase nada foi feito dos mega investimentos. Certo remodelarão o Estádio Plácido Aderaldo Castelo ( o Castelão ) um túnel  em frente ao estádio, alagaram uma Avenida, um quase metro, e Meio VLT, ah e um Puxadinho no Aeroporto Internacional Pinto Martins, um pouco revoltante Né? Que tal protestar ir pras ruas reivindicando os gastos, superfaturamentos nas obras e tudo mais, vamos aproveitar os megas investimentos e pedir mais Educação, Saúde, Segurança, Laser coisas pra sociedade, é isso ai ou então não vai ter Copa! Ops teve copa. . .

O governo fez o que a Entidade pediu, um estádio, segurança visual por um mês, Feriados nos dias  jogos nas cidades ( opa Feriado pronto tai gostei ).
Seremos bem realistas, por favor, no caderno de encargos da Entidade, falava-se em investimentos na Educação, saúde e segurança ( nestes dois últimos pode ate ser)?
Se a gente, nois massa que se diz ser revolucionária não quiséssemos essa Copa, teríamos que ter ido pras ruas  em 2009, pois também nesta época foram divulgados os gastos com os estádios .
Copa pra quem? Pra min! Que assisti a todos os jogos e achei massa pra C@#$%&*
Mais Pão e Menos Circo? Mais pão sim pra toda população, mas, também não vou dispensar um circo.

Obrigado Shakira pelo encerramento.
Obrigado Fifa por esse belo Circo.


Que venham as Olimpíadas, ou Não vai ter Olimpíadas?


Diego Costa Lima

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Gaia - Planeta Terra. É bom respeitá-lo.


Depois do texto do nosso companheiro Gustavo Saraiva Santiago sobre poluição na nuvem digital, trazemos agora um vídeo do You Tube que mostra o poder da Tsunami que varreu a superfície da Indonésia em 2004. Muito bem editado, e apesar da qualidade das imagens é possível perceber o quanto a humanidade precisa conhecer a se adequar às características do planeta. Respeitar seu comportamento e suas particularidades. A Terra não existe por nossa causa. Nós é que existimos por causa dela.


sábado, 28 de dezembro de 2013

Poluição na nuvem digital: será possível?



Por Gustavo Santiago*

O uso da nuvem nos dias atuais vem sendo favorável nas mais diversas situações, simples, crie uma conta, coloque todos os seus arquivos no servidor da nuvem (sem gastar espaço na memória do seu computador e sem usar mídias removíveis para backup) e pegue os mesmos arquivos em qualquer computador ou smartphone de onde você estiver. Nossa, isso parece coisa de cinema, não acha? O armazenamento vai desde música a até relatórios empresariais extremamente atrasados ou documentos oficiais governamentais, imagina você esquecendo o pendrive ou HD (Dísco Rígido) externo em casa, daí se lembra que colocou os arquivos que precisava em nuvem, acabou-se os problemas, são 2 passos: logou...baixou.

Essa é uma das tecnologias que vem se tornando cada vez mais populares mundialmente, segundo a Gartner (empresa que desenvolve pesquisas sobre tecnologia) até 2014 será investido no cloud computing cerca de 148,8 bilhões de dólares em todo o mundo por empresas de serviços em nuvem e de acordo a Cisco (empresa que desenvolve tecnologias para o uso de hardwares/softwares de rede além de infraestrutura tecnológica) o trafego pela internet aumentará 4.5 vezes a mais do que atualmente até 2017 (680 milhões – cerca de 12% da população do planeta, segundo a ONU e dessas 680 milhões, 32 milhões são brasileiros).

Ai vem a pergunta que você já deve ter feito...o que isso tem a ver com poluição? A resposta é simples, tudo! A nuvem pode ser uma tecnologia incrível, porém ela necessita de um processo de vários fatores para funcionar e é ai que podemos encontrar os problemas! Se a nuvem é digital, ela necessita de uma coisa que foi descoberta e que há tempos atrás também era considerada como mágica: a Eletricidade. Toda vez que você faz um upload (nome usado para o procedimento de envio de arquivos para a internet), todo um sistema de plataformas eletrônicas conhecido como data centers é adicionado com isso, dezena de fileiras recheadas por servidores geram informações que vão de computadores a smartphones e faz a nuvem funcionar, esse processo não para, seu consumo de energia também não. 

De acordo com o Greenpeace, em 2010 essa demanda de energia era de 623 bilhões de kWh. Os mais de 2 milhões de pessoas na internet consomem mais energia do que grandes países como Brasil, Índia e Alemanha e os números aumentam. 45% da matriz energética dos Estados Unidos, lar dos mais de 30 milhões de data centers do mundo, vem do carvão mineral queimado em usinas termelétricas, que emitem gás carbônico e contribuem para as mudanças climáticas causadas pelo efeito estufa.

* Gustavo Saraiva Santiago 
Graduando em Sistemas de Informação
 Centro Universitário Estácio do Ceará, 3° Semestre.
Membro efetivo do GEMA.


domingo, 22 de dezembro de 2013

O FIM DO COMEÇO DE NOVO.

Em 2013 d.C.

Ganhamos novos membros. Novos em tudo. Coragem, audácia, ideias, conflituosos, ponderados, curiosos, sonhadores e resolutivos.

Mantivemos os laços que nos unem, fortalecemos as relações, conhecemos mais nossa própria história. Completamos 05 anos.

Mais um projeto de sucesso. De público e principalmente de crítica. Aprendemos muito. E, para não perder o hábito passamos por muitas provações. E com certeza muitas outras virão.

E 2014?

Fazer tudo de novo. Tornar o velho novo e o novo velho. Compreender como gira  a história do mundo e se preciso for girar ao contrário.

Grandes planos. Realizar o primeiro evento universitário do Grupo em algum lugar da cidade ou fora dela.

Novas pesquisas e iniciativas. Segunda edição do Diálogos.com? Investigações do espaço? Refazer novas intervenções de Arte? Criar novas intervenções? Reativar o Laboem? Implantar a Política Nacional de Resíduos Sólidos do Adauto Bezerra? Buscar financiamento? Registrar o Grupo oficialmente? Levar nossas ideias para outras unidades de ensino?  Editar e publicar uma revistas e/ou um jornal?

Não sei. Pode ser tudo isso. Pode ser nada disso. Pode ser outros issos. 

Avante vingadores!!!
Sigam-me os bons!!! 
 

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

VI Feira de Ciências e Cultura da SEFOR - Algumas reflexões.

Quando o GEMA decide apresentar algum dos seus projetos em um evento competitivo, por incrível que possa parecer nossa intenção é verdadeiramente expor nossas iniciativas com o intuito de conquistar adeptos para a causa. Pensamos não somente em fortalecer o grupo mas também despertar o desejo que outros alunos das mais diversas escolas possam criar um grupo fixo que desenvolva atividades permanentes dentro de instituições de ensino ou mesmo fora dela. As atividades do GEMA não são pontuais. Não são iniciativas isoladas ou de um professor com apenas dois estudantes. É sempre um trabalho coletivo, feito a várias mãos e que toda a escola sabe do que se trata.

Lamentamos a equipe avaliadora da SEFOR não ter percebido isso. A propósito em 2014 estaremos lá novamente. Sempre com algo grande, com história, cheio de teoria, transbordando de prática e sempre verdadeiro.