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quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Queimadas, biomassa e o AB.

Biomassa é um termo técnico para referir-se à massa biológica gerada a partir da decomposição de resíduos orgânicos. A biomassa vegetal engloba resíduos vindos de atividades agrícolas ou florestais, como a extração de madeira. 

 Quando uma folha cai de uma árvore ...

Qual é o significado ecológico da queda de uma folha de uma árvore? As plantas quando se desenvolvem e crescem, acumulam nutrientes em suas várias partes. Muitos nutrientes absorvidos pelas raízes são alocados para as folhas. Elas se constituem órgãos fundamentais para a sobrevivência da planta uma vez que nelas é que é realizado o processo de fotossíntese. Portanto, muitos nutrientes são direcionados para elas para que o seu funcionamento enzimático possa, a todo vapor, fixar energia oriunda do sol por meio da produção de moléculas orgânicas. As folhas das árvores, antes de caírem, sofrem uma realocação de nutrientes, por exemplo, o nitrogênio. A queda das folhas, formando aquele "tapete de folhas caídas" denominado serapilheira, representa um processo de transferência de nutrientes da vegetação para o solo. Esse processo, basicamente, devolve ao solo, o que foi retirado dele durante o crescimento da planta. Os ecólogos o consideram o processo (fluxo) mais importante de retorno de elementos. Tem-se também outros processos, como, por exemplo, a adição de nutriente via chuva, que também adicionam nutrientes ao solo. 

Portanto, por gentileza, por zelo, por cuidado e respeito à vida:
PAREMOS DE QUEIMAR!!!

Na escola AB onde o GEMA procura desenvolver trabalhos de Educação Ambiental e executa modestas iniciativas de gestão ambiental, a produção de biomassa vegetal é muito grande em virtude do "conjunto florístico". E, em alguns momentos houve o infeliz processo de queima desse material. Tal ação não significava um desrespeito proposital ou ainda descaso mas uma tentativa de dar "vencimento" a quantidade folhas, uma vez que o consumo de sacos  plásticos para armazená-las tembém era muito intenso e financeiramente caro.

Mesmo com essas "justificativas" a queima era indefensável. E, depois de conversas e alguns encaminhamentos parou-se definitivamente a queima dentro da instituição. 

É por isso que temos em um dos pátios internos da escola essa montanha de folhas carregadas de nutrientes... carregadas de vida. Estão sendo recolhidas aos poucos e quem sabe um dia conseguiremos compostá-las todas.
 Henrique Gomes de Lima.
Membro fundador do GEMA.
Professor de Geografia.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Depois de 08 anos e ainda tentando construir Educação Ambiental

Depois de 03 anos sem atividades didáticas e de pesquisa em virtude dos membros internos na instituição AB terem diminuído em quantidade, o LABOEM - Laboratório de Estudos do Meio fundado em 2008 volta a desenvolver mesmo que timidamente, atividades experimentação e observação.

Temos nas imagens abaixo uma pequena plantação de feijão e de milho. O objetivo é um só: conhecer um pé de comida.
 
 

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

ALUNOS TEM AULA NO LABOEM.

No sábado último, dia 12 de novembro o professor Henrique Gomes ministrou aula no Laboem. Estiveram presentes 50 estudantes do 1º ano. Foi um momento rico pela convivência e pela troca de experiências. Na ocasião os alunos puderam compreender melhor vários fenômenos do espaço geográfico através da observação das estrutturas existentes no laboratório. Lembrando que o Laboem faz parte do trabalho do grupo GEMA.
ALGUNS REGISTROS








    

quarta-feira, 18 de maio de 2011

LABORATÓRIO DE ESTUDOS DO MEIO - LABOEM

Desde a criação do GEMA que o grupo procura dar funcionalidade a um espaço destinado para prática de aula de campo. Acreditamos que é exercitando a percepção ambiental que a compreensão dos fenômenos torna-se mais significativa. O espaço que nos referimos é o LABOEM. Nele estamos tentando construir algumas estruturas que podem ser muito úteis para as aulas de Geografia, Biologia, Química e Física.
Dentre as estruturas que falamos estão um aquário com quatro divisórias, dois compartimentos para realizar compostagem, uma paisagem representando a superfície terrrestre com suas formas e biomas, quatro canteiros para atividades de botânica, simulador de erosão em encostas além de esquemas e gráficos pintados nas paredes.
No último sábado dia 14 de maio, membros do GEMA (agora energizado por novos integrantes) estiveram mais uma vez tentado revitalizar esse laboratório para que o mesmo funcione ativamente. Vamos ver se dessa vez vai.

Veja abaixo, dois vídeos que apesar da péssima qualidade,
dá para ter uma noção das tentativas de construir o LABOEM.