quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Do Sul do Ceará ao Sul do ''BraZil"





Em agosto e setembro pude conhecer mesmo que de forma tímida algumas cidades do nosso Brasil, foram elas: Salvador – BA, Belo Horizonte – MG, e Crato – CE.  O que elas têm em comum?


Cidades de Juazeiro do Norte e Crato - C E
Crato uma cidade que fica na região sul do estado, lá ocorreu o 24º Encontro Estadual de Estudantes do Ceará – EEEGE onde discutimos uma questão que vai muito além dos muros da universidade e pisa no calo na ferida de muitos estudantes do curso, a questão do produtivismo acadêmicos onde muitos só pensam em produzir e produzir pra ter um Lattes bom e vasto, não nego que a produção acadêmica é importante para o indivíduo e pra sociedade, mas não é assim que meu colegas veem, nessa ânsia de produzir cada vez mais, acabam esquecendo levar essa produções pra sociedade, ora! Bastante lógico né não? Produz conhecimento pra ser compartilhado e logo depois melhorar a vida da sociedade e/ou comunidade que esta pesquisando. O que vejo é muitos dos meus colegas, isso não só na geografia, que usam as comunidades como laboratório, que só servem pra sua pesquisa, vai lá pesquisa e depois adeus. E outro fator é de nossos professores e estudantes dizendo: “Encontro de Estudantes não é nada, não é aula, não vale apena”. Mal sabem eles que existe muito mais entre o Movimento estudantil e a Academia do que um simples “artigo”. E o que falar da cidade do Crato? Cidade boa com gente boa e subidas nada “boas”, que ao passar do tempo vem sofrendo com as mazelas, será esse o preço que se paga pela urbanização da cidade?


Salvador, que tem em seu slogan: A primeira capital do Brasil, a capital que mais ao sul dentre todas as capitais no Nordeste. La ocorreu o 5º Encontro de Negros e Negras das UNE – ENUNE e foi sediado na Universidade Federal da Bahia – UFBA. Logo na entrada da cidade me deparo com os morros, todos eles ocupados, um choque pra mim já que minha visão e periferia e da cidade de Fortaleza onde a favelização se da mais de uma forma horizontal, o contraste urbano na capital Baiana é forte, prédios altos rodeados por casa simples, contraste entre os morros e os prédios, entre o estádio da Fonte Nova e ao fundo a periferia, sem falar do fluxo de pessoas capital e mercadorias que é intenso. E claro mesmo com suas belezas, seu povo acolhedor a cidade não se isenta das desigualdades sociais e violência. Uma observação sobre a UFBA, ela assim como a UECE está rodeada pela periferia, de um lado a periferia do outro um grande centro de eventos e um Hotel “5 estrelas”. Sobre  o ENUNE, o evento foi bastante rico, ora, juntar mais de 2 mil jovens negros de todo o Pais causa um fator de representatividade, e fator político na cidade.


Já estou do Sudeste do Pais, duros 2 dias de viagem passado pelo sertão nordeste Ceará, Pernambuco, Paraíba, Bahia e claro não tem como não ficar abismado com a beleza e imponência do Rio São Francisco, na chegada a Minas é notável a forte presença do rico poder do capitalismo no Estado. Belo horizonte diferente das cidades Nordestinas que tive o prazer de conhecer, seu povo é mais frio, (não sei se é por conta do clima que nas noites chegou a fazer 14º) mais centrados nas coisas que fazem, não pude conhecer muito a cidade já que estava meio ocupado como evento, a parte que pude conhecer da cidade foi a famosa Lagoa da Pampulha (lagoa pra pobre ver, e burguês usar) que não vi nada de mais, e na boa prefiro a lagoa de Messejana. Mas o que falar sobre “Beagá”? 3º Acampamento Nacional do Levante Popular da Juventude, na atual conjuntura que o Brasil se encontra reunir 7 mil jovens é complicado e perigoso, mas tudo deu certo. Teve cultura, política, Lula, Letícia Sabbatela, Panteras Negras, Mc Carol, teve mulher, Gay, negro, negra, índio, teve o campo e a cidade tudo gritando em alto e bom som: FORA TEMER!. E o que vou lembrar de “Beagá”? A praça da estação sendo tomada por 10 mil pessoas.
Praça da Estação - Belo Horizonte - MG


E o que as cidades de Salvador, Crato e Belo Horizonte tem de comum?

“Beagá” e Salvador já são metrópoles consolidadas, a desigualdade social e os diversos tipos de violência estão a cada esquina. Crato por menor que seja já vem apresentado as mesmas características. E claro todas essas cidades o grito FORA TEMER é mais forte do que o fora Dilma.

Cada cidade que visito, tenho cada vez mais a certeza que: NÃO TROCO MINHA FORTALEZA POR NENHUMA OUTRA CIDADE.


Diego Costa Lima
Graduando em Geografia – UECE
Membro do GEMA  desde 2009

domingo, 18 de setembro de 2016

Ciclo dos Saberes: Vida e Morte do Centro - Praça General Tibúrcio



Um dia um tanto quanto memorável. Memorável, não! Terapêutico.
Diante desse vasto universo de meu Deus, em meio a encontros e muitos desencontros, descompassos, inconstâncias, pressas... Ainda há tempo para sentir. E muito mais que isso, aprender.
Eu, breve ser, matéria orgânica, sou alvo de bombardeios culturais e históricos de diversos lugares do mundo e hoje não poderia ter sido diferente!
Mesmo sendo conterrânea, não sabia dos feitos e efeitos da cidade de Fortaleza. Cidade essa ao qual tive a oportunidade de nascer e a honra de ser criada boa parte de minha existência nesse lugar repleto de vida. Falando em vida, descobri que a história faz parte de cada ser habitante do globo em que estamos, seja ele o mais bem sucedido humano da academia de algum curso renomado de algum país, ou seja ele o entregador de leite na porta da casa da sua avó nos anos 80. Ambos contém história. Agora, relevantes ou não, depende. Pra quem?
Em uma bela tarde aprendi muito sobre geografia, português, matemática, história, política, ditados populares e humanidade. Assuntos esses um tanto quanto importantes nos dias 5, 6 e 13 de novembro. Quando acorreram as provas do ENEM e da UECE, respectivamente. Assuntos esses que jamais poderia ter visto em sala de aula com a mesma sensação de contemplar monumentos feitos há tempos onde eu não era nem mesmo um embrião. Mais uma vez o mundo me mostra que se aprende fora de um cubículo. E que isso é incrível.
Conheci um pouco da história de minha cidade. Não sabia que havia tanta vida aqui. Vida essa que vem sendo morta por governos, prefeituras, cidadãos, por mim e por você pois, quando nos negamos ao menos a conhecer a história do lugar em que estamos, nos negamos sentí-lo. Consequentemente, o matamos. Já que em cima do que não sabemos, iremos construir uma outra vida sem base alguma na anterior. Ao fazermos isso, rompemos o ciclo da história e acabamos com milhares de anos num tocar de pálpebras. Ao conhecermos os porquês das coisas serem como conhecemos hoje, nos faz respeitar a vida, e mais ainda, honrar a morte.
Poder pisar em mais de 300 anos de vida que passou me fez sentir vivida. Pude ver dias que nem presenciei mas que ao sonhar com esses dias os vi incríveis e memoráveis. Eu assisti ao derramamento de sangue de preto por uma rua extensa.

Eu vi preto construindo igreja
Vi o padre dessa mesma igreja fechando as portas
Vi o poder executivo trabalhando
Vi o judiciário batendo ponto
Vi a sociedade eurocêntrica passeando
Vi bondinhos
Vi monumentos
Vi prédios que nem existem mais
Pude conhecer Rachel de Queiroz
Conheci general, coronéis, oligarquias poderosíssimas da época.
Assisti a apresentação da banda da cidade

Fizemos uma leitura em um coreto onde nossa plateia foram as árvores, onde esse mesmo coreto já serviu de banheiro público para aqueles que não tinham nem onde descansar a cabeça
Eu conheci a alta sociedade ao mesmo tem que via um homem livre sorrindo por está livre.
Eu estava lá, pessoalmente! Não na mesma época, mas no mesmo lugar.
Sentei no banco de uma praça onde moçoilas esperavam o teatro, belíssimo, abrir as portas para assistir aos espetáculos. Ao mesmo tempo, neste mesmo banco, um homem descansava seu corpo, por não ter uma cama para chamar de sua.
Eu vi a Cracolândia vida onde já foi um prostíbulo.
A feira do livro acontecendo enquanto leis eram decretadas no casarão ao lado.
Vi duas meninas brincando e pulando em cima das cinzas do general Tibúrcio. Vi a chegada de monumentos vindo de Paris para compôr a história dessa cidade.
Eu vi a pátria prestando honra a um homem, enquanto no barzinho do lado um outro homem cantava Pink Floyd questionando o sistema educacional.
Eu pude viver 300 anos em 3 horas.

Texto: Luana Albuquerque, membro do GEMA desde 2014.
10 de setembro de 2016 d. C
Humanos presentes: Fernando Marques; Henrique Gomes; Luana Albuquerque







terça-feira, 22 de março de 2016

Hoje “comemora-se” o Dia Mundial da água. Mas e ai? O que isso significa?


Existem coisas na vida que são certas de acontecerem, uma delas é o seguinte fato: no seu sexto ano do ensino fundamental e no primeiro do ensino médio, seu professor de geografia, ciências, química ou até mesmo de outra matéria, já te perguntou a importância da água para o planeta e em que usamos ela no dia a dia. Então, as respostas que você e seus colegas deram, foram as mais corretas possíveis, até por que não há muito o que errar: beber, tomar banho, fazer comida e por aí vai. Nessa mesma aula, seu professor ou professora pode ter perguntado ainda onde podemos encontrar água e você sabiamente também já sabia: nos mares, nos rios, na geladeira, no ar. E aí vocês também falaram sobre como é importante não usar agua de forma desordenada pois a água é um recurso que um dia, não muito distante, pode se esgotar.

Mas aí eu pergunto: mesmo sabendo de tudo isso e da importância desse componente para o planeta todo, por que a água ainda é um problema tão grande quando se fala em desperdício? Por que tantas cidades brasileiras (sem se falar em âmbito mundial) sofrem com problemas de abastecimento e nessas mesmas cidades, existem pessoas desperdiçam água nas atitudes mais simples do dia a dia? A lição da sala de aula não serviu? A importância que nós citamos à água na sala de aula não é verdadeira? Quando ela será importante? 

Ainda somos o povo que muito fala, que muito compartilha imagens, vídeos e textos (como este) nas redes sociais e pouco faz, pouco põe em prática. Se não pomos em prática, para que a comemoração nas redes sócias? Pensemos. 

Evelyne Lima
Membro do G.E.M.A
Graduanda em Geografia UFC

domingo, 20 de março de 2016

Brasil 2016 - Aos professores e professoras.

13 de março protestos e mais “protestos”; um lado em prol do governo e outro querendo a sua queda; sede da União Nacional dos Estudantes (UNE) sendo atacada; um sindicato sendo invadido, sim invadido, por policiais, a mídia tomando posição, principalmente uma emissora em particular cujo a denominação não vale apena ser mencionada. Lembra-te de algum fato na História recente já ocorrido em nosso país? Lembra de 1964 onde a sede da UNE foi também atacada e onde sindicatos foram invadidos, a mesma mídia tomando a mesma posição, enfim.

O mundo gira tudo acontece e a história quer se repedir. Me pergunto: será que nas escolas e nas universidades esses assuntos estão sendo discutidos? Vejo Meninos e meninas de 14 15 anos defendendo a ditadura militar, praticando a homofobia, machismo, racismo e outras mazelas da sociedade, esses mesmos crias do século XXI, onde o misto de informações está ai com um simples “click” abre-se as portas do “conhecimento”.

E a figura do professor? Cadê? Onde estão? Quem são? Estão formando professores na academia? E os que estão em serviço, cadê? Será que estamos preparados para esse novo perfil de aluno, que questionam cada palavra que dizemos. “professor o deputado A ou B disse algo ao contrário de você” ou “ professor eu vi no Google...”

Enfim, “ o mundo é uma coisa, e nós estamos dentro dessa coisa” não da pra dar aula sem falar da realidade, não podemos calar os estudantes, temos que ouvir e ensiná-los de um modo holístico, vamos ficar atentos as mudanças desse perfil dos alunos (crias do Século XXI)  da educação básica.
E a  academia, berço do conhecimento, graduandos (as) mestres e doutores estão acompanhado a mudança ou ainda estão na mesma de publicar e (re) publicar, pra encher seu lattes? Futuro professor, na sala de aula seu lattes e nada são a mesma coisa.

Diego Costa
Membro do GEMA

Graduando em Geografia - UECE

segunda-feira, 7 de março de 2016

O ser mulher!

O que é ser mulher é ser frágil, depender de outro ser por não ter capacidade teoricamente para nada! Pode soar forte, mas, ainda há tantos que pensam que mulher não serve para nada além de dar
cria e cuidar da casa, nada contra as mulheres que fazem somente isso se as deixarem realizadas não vejo problema. 

Mas para aqueles que pensam pejorativamente que mulher é algo sem importância que não consegue nada mais do que já aqui foi citado, sinto lhe decepcionar, pois, nós, e eu digo “nós” por que é uma mulher que vos fala neste momento, pode muito e sempre pode fazer o que ela quisesse seja o que for, somos fortes nada frágil e quando nos desmanchamos em prantos é porque o golpe acumulado bateu a ultima vez mais forte.

 O ser mulher é ser mulher é conseguir sair de um relacionamento abusivo com a cabeça erguida, o ser mulher é ter a coragem de se expor logo após de um assedio seja ele qual for, o ser mulher é conseguir ir em frente e com louvor tendo que cuidar e sustentar sozinha suas crias, o ser mulher é compreender que é bom ter companhia, mas que não dependemos exclusivamente de alguém para alcançar nossos objetivos, que somos fortes, trabalhadoras, independentes, mulher! Mãe! Filha! Tias! Avós! E unidas! Pela força que nos segue desde a primeira respiração, por isso minhas irmãs, lhe falo com certa intimidade, pois é assim que vejo todas as mulheres, se ainda não sabe destas qualidades que não são todas nem mesmo um terço delas, tente se lembrar nesta data de 8  de março, como você é alguém importante e passe a lembrar todos os dias pelo resto de sua vida e verá que nossa força reside em você, e que nós mulheres  somos mais que sexo frágil.

Gislane Santos
Membro do G.E.M.A
Graduanda em Geografia UFC

domingo, 25 de outubro de 2015

Beber da fonte e retornar para mantê-la ativa

Imagem: GEMA
                Realizar uma pesquisa é algo que requer, pelo menos, tempo e dedicação. Quando o tema é algo que desperta bastante curiosidade ou que envolve algo, de certa forma, pessoal, tempo parece ser reduzido e a dedicação parece aumentar.

                Essa foi um pouco da sensação que tive ao realizar a pesquisa que culminou em um artigo sobre Educação Ambiental. A motivação do trabalho era simples, o GEMA. Por conta disso, dediquei-me o máximo que pude para que ficasse um trabalho aceitável para o grupo.
                Passando por três instituições de ensino, a pesquisa foi realizada, escrita em forma de artigo, apresentada e publicada no EDUCON, mas algo ainda faltava, porque não adiantava apenas ter feito o artigo, sentia a necessidade de contribuir com o grupo e, principalmente, com uma das instituições, que foi onde fiz meu ensino médio: EEM Gov. Adauto Bezerra.
                A solução foi simples: retornar a instituição e apresentar o trabalho lá também. A gestão da escola abriu as portas e preparou tudo para que isso fosse possível e tive a oportunidade de falar para quatro turmas de primeiro ano do Ensino Médio (duas pela manhã e duas pela tarde) em nome do GEMA.
                Com a participação direta de Henrique, Diego, Marylia e Evelyne (membros do grupo) e as outras pessoas-membros de forma indireta tornou-se possível apresentar o trabalho da melhor forma possível. Na verdade, essa melhor forma só aconteceu, porque as pessoas discentes que participaram contribuíram com o seu conhecimento e opinião em uma apresentação que buscava ser dinâmica.
Imagem: GEMA
                Então não existia detentores do conhecimento/verdade, mas sim um grupo de pessoas abertas para trocar conhecimento e de forma mutua aprender. Esse diferencial reconhece a interdependência das pessoas presentes, a autonomia e busca valorizar a pessoa em todas as suas dimensões.

                Como resultado temos algo cansativo, mas recompensador, pois foi possível ver uma pequena sinergia entre pessoas tão diferentes e o mito de que os melhores sentam na frente e os piores ficam no fundão da sala tinha ido por água à baixo quando cada um comentou, aguentou duas horas de apresentação, abriu mão de ir para o “recreio”, de sair mais cedo e no fim ainda procurou o grupo para debater um pouco mais.

                Isso mantém viva a chama de que podemos ter um ensino transformador, não excludente e um futuro diferente...

Membro do GEMA

Estudante de Matemática Industrial

sábado, 22 de agosto de 2015

Mais um recomeço

Hoje, 22 de Agosto de 2015, o Grupo de Estudos do Meio Ambiente se reuniu na Escola Adauto Bezerra para a retomada de algumas atividades já encaminhadas em outros momentos e para junto com a gestão da escola, pensar em possíveis medidas que possam ser realizadas para o melhoramento do ambiente escolar, assim como a possível extinção de práticas abusivas e prejudicais ao meio ambiente, como a queimada de biomassa vegetal e material reciclável.


No primeiro momento do encontro, pudemos receber novos companheiros de atividades que foram convidados a conhecer as práticas do grupo. Assim, feitas as devidas apresentações, iniciamos a organização das fotos e dos materiais para a exposição de fotos que deve ocorrer durante a próxima semana. As imagens têm como temática principal registros fotográficos com árvores, onde alunos da escola fizeram as fotos e nos enviaram para que pudéssemos expor. Os registros acompanham suas respectivas legendas com identificação das árvores e dos que posaram ao lado delas. O principal objetivo da exposição está voltado para a percepção ambiental, mais especificamente das árvores, elementos primordiais das nossas paisagens e que diariamente são esquecidas ou despercebidas em um mundo repleto de atividades cotidianas que já não se voltam para o essencial ao nosso redor.

Em seguida, junto com alguns membros da gestão escolar e nosso colaborador e parceiro Prof. Dantas Machado, visitamos a Mandala, relembrando alguns momentos do grupo e em seguida, caminhamos rumo à uma parte da escola pouco ou nada utilizada, o espaço que compõe os fundos da escola, próximo às quadras de esporte. Naquele lugar, atualmente, concentram-se resíduos de materiais que são queimados como medida de destino final da biomassa remanescente das arvores que fazem parte da escola. Junto com a gestão escolar o professor Dantas, pensou-se em medidas que possam frear tais queimadas, dando destino adequado à biomassa e a todo tipo de material que atualmente tem descarte indevido.

Encerramos as atividades da manhã com uma agradável conversa envolvendo sobretudo a importância dos cuidados para com o meio ambiente, afinal só amamos o que conhecemos.

Aos que puderam conhecer hoje um pouco sobre o GEMA, sejam mais que vindos para se juntar ao grupo e aos poucos, poder crescer como pessoa assim como todos àqueles que um dia puderem atuar enquanto membro, chamem mais amigos que possam vir somar conosco. Aos que já atuam enquanto membro dentro da escola, desejo força para não deixar a chama se apagar. Aos que querem nos conhecer, apareça, não tenhas medo de fazer o melhor. Somos aqueles que acreditam que esse mundo tem ainda tem jeito e que a primeira atitude é mudar a si mesmo, jamais deixando de acreditar que é possível viver em um mundo melhor.

Francisca Evelyne Carneiro Lima
Membro do GEMA

terça-feira, 14 de abril de 2015

Ser GEMA é . . . ?


Algumas pessoas vem me perguntando nesses 6 anos que tenho de grupo, o que É SER GEMA? Bem eu nao soube responder, porque é complicado responde uma coisa que você só sente, então eu fiz um video, com alguns momentos de grupo, e fiz a pergunta aos outros Membros.

Então, Ser GEMA é?

video 


Ser GEMA é Ter uma família escolhida pelo coração, e ser feliz de lembranças – Tiago

Ser GEMA é ver além da lente do óbvio. – Chantal

Ser GEMA é ser você mesmo. – Lucas De Paula

Ser GEMA é acreditar na importância de compartilhar experiências e conhecimento – Lucas Gonçalves

Ser GEMA é apesar de longe ainda juntos! -  Gislane

Ser GEMA é Família, Mesmo distantes, ainda sim tão pertos -  Jackson

Ser  GEMA é capturar e interpretar a essência de cada ser vivente ou não e fazer ver além do que está diante dos seu olhos – Isabelle

Ser G.E.M.A é ser vivo, é pensar e agir, não simplesmente existir. Ser G.E.M.A é uma tentativa de ser consciente, de ser um ser pensante, de ser humano. – Andre 

Ser GEMA é Ter uma conexão com a natureza – Wladya

Ser gema é ir além das expectativas, além dos nãos, é ser louco de enfrentar de cara limpa as adversidade -  Joao Paulo

Ser Gema é fazer parte de uma família que cuida não só do seu individual, mas de um todo. que busca apesar do obstáculos cuidar e preservar do que temos de mais rico; meio ambiente, família e amigos, E a apartir dessas vivências agregar  conhecimento e valores eternos – Raissa

Ser GEMA é  tentar fugir da normalidade, fazer algo mais e conhecer pessoas com a mesma vontade. – Wesley

Ser GEMA é  ser diferente, fluindo o respeito à todos. É a busca pela forma de se viver em que todos são irmãos. Independentemente das diferenças – Anderson

Ser GEMA é Ser uma família!!! Que mesmo com nossas diferenças e desavenças nunca nos separamos totalmente, podemos ate estarmos distantes fisicamente, mas nossas idéias e sonhos serão eternamente unidos - Darlly 

Ser GEMA é Acreditar em um futuro melhor  - Bianca

Ser GEMA é ter um olhar diferente sobre a vida, aprender  a entender as diferenças através da percepção ambiental e usar essa compreensão para construir e reconstruir relações. É ter ao seu lado pessoas que sonham alto, reconhecem o valor do simples e gostam da troca de olhares, Abraços e sorrisos. É união de conhecimento, afeto e familiarismo .. – Ana Mayla

Ser GEMA é com certeza transbordar amor – Luana

Ser GEMA é Ser um "eu" crítico. É ser completo, se divertir, amar a si mesmo e, principalmente, seu próximo.
É ser especial, consciente. Ser GEMa é ser família - Kessia

Ser gema como todos nós dizemos é ser família. Principalmente irmão. Mas por quê irmãos ? Porque como nenhuma família é perfeita nós também não somos.  Temos nossas "brigas" nossos defeitos nossas irresponsabilidades, mas mesmo assim nunca nos abandonamos. Alguns ficam só de longe (q nem eu) outros continuam bem ativos mas uma coisa é certa : uma vez gema sempre gema .....chegamos como um simples broto e aos pouco fomos regados com uma mente louca e inteligente (HGL) nos ensinou a termos a visão do futuro . a batalhar p conquistar.... um belo puxão de pétala (orelha) no caminho n faltou ....mas tenho a certeza que de cada flor q desabrochou se formou uma grande de vasto conhecimento e que passara isso de geração a geração !!! – Mariana

Ser Gema é ser vivo. É perceber um mundo que vai muito além das aparências. É aprender a amar pessoas incrivelmente diferentes de você, mas que no fundo tem o mesmo ideal: um mundo melhor. É ter uma família a mais e saber que sempre que precisar, eles estarão lá. Ser Gema é estar ligado em um mundo que muda cada vez mais rápido e que exige de você mais que humanidade. Ser é ser humano acima de tudo. – Evelyne

Ser Gema é: Ser! – Marylia 

Ser gema é ser olhar o mundo de forma sensível – Adson

Ser GEMA, é ser vida ‘’loka!’’  - Gizele 

Ser GEMA é estar aberto ao desconhecido É descobrir coisas novas É fazer amigos (irmãos) É aprender várias coisas e ao mesmo  tempo perceber q ainda n descobriu ''nada'' do q o mundo tem a oferecer – Shelda

Ser GEMA é É ser uma divergência que constrói, que converge para o bem comum. - Mistye

Sou muitos. Sou convergência. Interdependência. Sou terra, bicho, sou água, sou ar. Sou uma entidade tentando tirar a "remela" dos olhos. Lugar de sonhos. Espaço de Ideias. Paisagem de desejos. Território de Ação. - GEMA - Grupo de Estudos do Meio Ambiente

Bem lá vai: Ser Gema é, Viver, pensar, Ouvir, é ter coragem de fazer aquilo que não é normal como pular de caixa d'agua, é ser Professor e Aluno ao mesmo tempo, é brigar, é sonha, bem a pessoa só sabe que é Ser GEMA quando está no GEMA. - Diego

Obrigado Meus Amigos
Obrigado Henrique Gomes de Lima, por ter reunido todos, valeu Pai.

Diego Costa Lima 
Estudante de Geografia da Universidade Estadual do Ceara - UECE

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